Tese de Doutorado
- UFRJ / COPPE - 30 de Julho de 1997
Índice Geral (resumo incluído)
Introdução Geral
1a Parte: A Moldagem Social da Tecnologia
(introdução)
Capítulo I - Visão Geral da Moldagem
Social da Tecnologia
I.1 - Introdução
I.2 - Tecnologia: seus significados e efeitos
I.3 - Fatores que influenciam a moldagem da
tecnologia
I.3.a - Ciência
I.3.b - Tecnologia
I.3.c - Economia
I.3.d - Ambiente social
I.4 - Modelo interativo da moldagem social da
tecnologia
I.5 - Origens da moldagem social da tecnologia e
seus principais enfoques
I.5.a - Sociologia do
conhecimento científico
I.5.b - Sociologia das
organizações industriais
I.5.c - Estudos críticos
de política tecnológica
I.5.d - Economia da
mudança tecnológica
I.6 - Conclusão
Capítulo II - Análise dos Enfoques
da Moldagem Social da Tecnologia
II.1 - Introdução
II.2 - Alguns dilemas teóricos da moldagem
social da tecnologia
II.3 - A questão da ordenação
dos fatores sociais e técnicos
II.4 - Limitações da perspectiva
‘externalista’
II.4.a - A emergência e a
difusão da produção de massa
II.4.b - O processo de
automação e o interesse dos poderosos
II.4.c - O processo de
automação e a negociação nas fábricas
II.5 - Limitações da perspectiva
‘internalista’
II.5.a - Nova sociologia da
tecnologia
II.5.b - Três
estágios da história da ciência e da tecnologia
II.5.c - O caso do carro
elétrico francês
II.5.d - Limitações
da abordagem de rede
II.5.e - O caso do caça
aéreo britânico
II.5.f - Tecno-centrismo das
abordagens ‘internalistas’
II.5.g - Algumas
conclusões sobre a perspectiva ‘internalista’
II.6 - O meio termo entre as duas perspectivas
Capítulo III - Discussão para a
Proposta de uma Abordagem Alternativa
III.1 - Introdução
III.2 - A questão da
configuração recíproca entre o ‘técnico’ e
o ‘social’
III.3 - Descendo do geral para o particular
III.3.a - As três
dimensões das regras sociais das interações humanas
III.3.b - Redefinindo a
distinção entre ‘micro’ e ‘macro’
III.3.c - Revendo o significado
da distinção entre ‘externo’ e ‘interno’
III.3.c.1 -
Dois níveis para visualizar a relação entre
‘estrutura’ e ‘ação’
III.3.c.2 - O
nível paradigmático
III.3.c.3 - O
nível sintagmático
III.3.c.4 - O
papel variável dos agentes da inovação
III.3.d - Conceituando
explicitamente a ‘hierarquia social’
III.4 - Descendo do abstrato para o concreto
III.4.a - As atividades humanas e
suas regras sociais
III.4.b - Repensando a
divisão marxista das regras da ‘produção
econômica’
III.4.c - A
contribuição variável das esferas sociais na
geração tecnológica
III.4.d - As
contradições estruturais
III.4.e - Combinando as
perspectivas ‘externalista’ e ‘internalista’
III.5 - Idéias principais da abordagem
alternativa
III.5.a - Os passos de uma
análise de acordo com a abordagem proposta
2a Parte: Os Sistemas Digitais de Telefonia
criados no Reino Unido, Suécia e Brasil
(introdução)
Capítulo IV - Uma Abordagem ‘Externalista’:
os Fatores Sociais e Técnicos
IV.1 - Introdução
IV.2 - Fatores históricos
IV.2.a - História da
telefonia britânica
IV.2.b - História da
telefonia sueca
IV.2.c - História da
telefonia brasileira
IV.3 - Características dos três
sistemas digitais
IV.4 - O avanço científico e
técnico
IV.5 - O papel da ‘tecnologia existente’
IV.5.a - As técnicas no
Reino Unido
IV.5.b - As técnicas na
Suécia
IV.5.c - As técnicas no
Brasil
IV.6 - Fatores sociais
IV.7 - Fatores econômicos
IV.7.a - Na Suécia
IV.7.b - No Reino Unido
IV.7.c - No Brasil
IV.8 - Fatores políticos
IV.9 - Fatores trabalhistas
IV.10 - Fatores organizacionais
IV.11 - Outros fatores
IV.12 - Algumas conclusões
Capítulo V - Um Enfoque ‘Internalista’: as
Estratégias dos Atores da Inovação
V.1 - Introdução
V.2 - A criação do sistema digital no
Reino Unido
V.2.a - O novo projeto na
visão dos agentes envolvidos
V.2.b - O nascimento do projeto e
a fundação do grupo de desenvolvimento
V.2.c - Disputas sobre as
definições cruciais do projeto
V.2.d - Problemas no
desenvolvimento do novo sistema
V.2.e - Mudanças decisivas
na condução do projeto
V.2.f - Finalização
do novo sistema e sua comercialização
V.3 - A criação do sistema digital na
Suécia
V.3.a - O novo projeto na
visão dos agentes envolvidos
V.3.b - O nascimento do novo
projeto e a fundação da Ellemtel
V.3.c - O sinal verde para o
início oficial do projeto
V.3.d - O rápido
desenvolvimento do novo sistema
V.3.e - A estratégia de
lançamento do novo sistema e as primeiras vendas
V.4 - A criação do sistema digital no
Brasil
V.4.a - O novo projeto na
visão dos agentes envolvidos
V.4.b - O nascimento do projeto e
a fundação do CPqD
V.4.c - Problemas do projeto na
primeira tentativa
V.4.d - Mudanças no
projeto e a estratégia gradualista
V.4.e - A etapa mais ambiciosa do
projeto: o Trópico RA
V.4.f - Resultados do projeto e
sua comercialização
V.5 - Algumas conclusões
Capítulo VI - Uma Abordagem Alternativa:
Combinando as Duas Perspectivas
VI.1 - Introdução
VI.2 - As condições de
existência dos três projetos
VI.3 - O contexto estruturado dos três projetos
VI.3.a - O porque das
diferentes iniciativas
VI.3.b - A esfera
econômica
VI.3.c - A esfera
política
VI.3.d - A esfera
científica
VI.3.e - As
contradições estruturais
VI.4 - As estratégias dos agentes da
inovação dos três projetos
VI.4.a - O nascimento dos projetos
VI.4.b - A formação
dos grupos de desenvolvimento dos projetos
VI.4.c - O desenvolvimento dos
projetos
VI.4.d - Os resultados finais dos
projetos
VI.5 - Conclusões
VI.5.a - Balanço dos
três casos: ganhadores e perdedores
Conclusão
1 - Conclusões Gerais
2 - Comentários Finais
Bibliografia